"Ó Senhor; eu, um mendigo, te peço mais do que poderiam te pedir mil reis! Cada um tem algo que te pedir e eu venho te pedir que tu me dês a ti mesmo." St.Agostinho
quinta-feira, 24 de março de 2011
O retorno do filho pródigo
"...O retorno do filho pródigo mostra a humanidade de Rembrandt, seu amor por detalhes e a aguçada percepção do coração humano. O pai perdoador, o filho penitente e o irmão mais velho, vestidos em roupas do século XVII, encaixam-se perfeitamente na parábola de Jesus. Ele nos faz lembrar a infinitude e a atemporalidade das Escrituras..." Kenneth Curtis.
quarta-feira, 23 de março de 2011
"Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.
Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo.
Sabemos que o conhecemos, se obedecemos aos seus mandamentos.
Aquele que diz: "Eu o conheço", mas não obedece aos seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele.
Mas, se alguém obedece à sua palavra, nele verdadeiramente o amor de Deus está aperfeiçoado. Desta forma sabemos que estamos nele:
aquele que afirma que permanece nele, deve andar como ele andou.
Amados, não lhes escrevo um mandamento novo, mas um mandamento antigo, que vocês têm desde o princípio: a mensagem que ouviram.
No entanto, eu lhes escrevo um mandamento novo, o qual é verdadeiro nele e em vocês, pois as trevas estão se dissipando e já brilha a verdadeira luz.
Quem afirma estar na luz mas odeia seu irmão, continua nas trevas.
Quem ama seu irmão permanece na luz, e nele não há causa de tropeço.
Mas quem odeia seu irmão está nas trevas e anda nas trevas; não sabe para onde vai, porque as trevas o cegaram.
Filhinhos, eu lhes escrevo porque os seus pecados foram perdoados, graças ao nome de Jesus.
Pais, eu lhes escrevo porque vocês conhecem aquele que é desde o princípio. Jovens, eu lhes escrevo porque venceram o Maligno.
Filhinhos, eu lhes escrevi porque vocês conhecem o Pai. Pais, eu lhes escrevi porque vocês conhecem aquele que é desde o princípio. Jovens, eu lhes escrevi, porque vocês são fortes, e em vocês a Palavra de Deus permanece e vocês venceram o Maligno.
Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele.
Pois tudo o que há no mundo — a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens — não provém do Pai, mas do mundo.
O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.
Filhinhos, esta é a última hora; e, assim como vocês ouviram que o anticristo está vindo, já agora muitos anticristos têm surgido. Por isso sabemos que esta é a última hora.
Eles saíram do nosso meio, mas na realidade não eram dos nossos, pois, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco; o fato de terem saído mostra que nenhum deles era dos nossos.
Mas vocês têm uma unção que procede do Santo, e todos vocês têm conhecimento.
Não lhes escrevo porque não conhecem a verdade, mas porque vocês a conhecem e porque nenhuma mentira procede da verdade.
Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho.
Todo o que nega o Filho também não tem o Pai; quem confessa publicamente o Filho tem também o Pai.
Quanto a vocês, cuidem para que aquilo que ouviram desde o princípio permaneça em vocês. Se o que ouviram desde o princípio permanecer em vocês, vocês também permanecerão no Filho e no Pai.
E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna." 1 Jo 2. 1-25
segunda-feira, 21 de março de 2011
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.
Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.
E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.
Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas.
Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus". Jo 3. 16-21
domingo, 20 de março de 2011
Aemulator Populi
Não dava muita atenção quando o assunto em baila era sobre pessoas invejosas. Por quê? Porque nunca acreditei muito nisso, para mim, tratava-se mais de uma má interpretação de quem se dizia invejado. Porém, nesses últimos meses, pude testemunhar quão terrível é esse sentimento, não por tê-lo experimentado ou por ter sido vítima dele, mas por tê-lo visto na vida de alguns! Que tragédia, como alguém se permite dominar por esse sentimento tão vil, tão pequeno, tão desagradável?
Não sei muito se a vítima do invejoso é tão prejudicada como dizem! Parece-me, pelo contrário, que quem mais sofre em alimentar o doentio sentimento é o próprio invejoso. Por que digo isso? Porque o invejoso não vive sua vida, ele vive a vida do outro. O invejoso é um eterno frustrado, pois que os seus próprios feitos não o alegram, ele pensa que só será feliz se for o outro, aquele a quem ele inveja. Que grande perda de tempo!
O invejoso não sossega, ele perde horas especulando a respeito do que fulano adquiriu, do que sicrano está estudando... Às vezes, o sentimento é tão forte que ele não consegue nem ouvir o que o outro está a falar, principalmente, se for concernente a algo que ele não compreende. Doutras vezes, tende a humilhar, a rebaixar e criticar, na inútil tentativa de tornar o outro menos valoroso que ele próprio. Que situação lamentável!
Cumpre-nos lembrar o que nos disse Salomão: “O sentimento sadio é vida para o corpo, mas a inveja é podridão para os ossos.” Pv. 14. 30.
Hamilton Anselmo
sábado, 19 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
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